Esses atos falhos representados por palavras errantes
Derramam o peso da culpa repensada
Refazem pensamentos dolorosos
Recriam situações foragidas
Evitam os anseios distantes
Que essa face que hoje se aquece por lagrimas disfarçadas
Encontrem o perdão de uma consciência remida
Repouse no jardim que insiste em morrer
Vivifique nesse vale onde o cinza se faz
Onde o ontem ainda é presente
Onde futuro apenas sobrevive de perdão eterno
Por Karol Matos
Gostava tanto desse poema que sabia declama-lo!
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